A BSCA (Brazilian Specialty Coffee Association) é uma das principais referências globais quando se trata de café especial. O selo BSCA identifica cafés brasileiros que atendem aos mais altos padrões de qualidade, seguindo critérios rigorosos reconhecidos internacionalmente.
Para receber essa certificação, o café passa por análises técnicas e sensoriais conduzidas por especialistas. São avaliados aspectos como aroma, sabor, acidez, corpo, equilíbrio e finalização. Apenas cafés que atingem pontuação mínima de 80 pontos são considerados especiais dentro desse padrão.
No entanto, dentro desse universo, existe um nível ainda mais elevado — cafés que ultrapassam 86 pontos, considerados cafés de excelência superior no mercado global.
Além da qualidade sensorial, a certificação BSCA também exige:
Por isso, o selo BSCA não representa apenas qualidade. Representa confiança, transparência e reconhecimento internacional do café brasileiro.
O Café Maturasso é produzido no sudoeste de Minas Gerais, uma das regiões mais valorizadas do mundo para cafés especiais.
Cultivado a aproximadamente 1.200 metros de altitude, o café se desenvolve em condições ideais:
Esse terroir único de Minas Gerais é um dos principais fatores que posicionam o Brasil como referência global em café especial.
O Café Maturasso já nasce dentro dos padrões exigidos pelos cafés especiais.
A produção é realizada com controle total da lavoura, dividida em quadras e micro-lotes, garantindo rastreabilidade e precisão em cada etapa. A colheita é seletiva, o processamento é cuidadoso e cada lote é tratado de forma individual.
Esse nível de controle e dedicação resulta em cafés que consistentemente ultrapassam 86 pontos, posicionando o Maturasso entre os cafés especiais de alto padrão no Brasil e no mercado internacional.
Mais do que atender aos critérios da BSCA, o Maturasso representa aquilo que o selo certifica:
O selo BSCA confirma a qualidade.
Mas o reconhecimento do Café Maturasso vai além.
Seja no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos ou no Oriente Médio, o café é identificado pela experiência sensorial antes mesmo da embalagem.
Isso acontece porque qualidade real não precisa ser explicada — ela é percebida.